Fin Adviser

Todas Notícias > MINISTRO MÁRIO OLIVEIRA LAMENTA MORTE DOS JORNALISTAS TOMÉ ARMANDO E MANUEL DA CONCEIÇÃO

MINISTRO MÁRIO OLIVEIRA LAMENTA   MORTE DOS JORNALISTAS TOMÉ ARMANDO E MANUEL DA CONCEIÇÃO

  24 Jun 2026

MINISTRO MÁRIO OLIVEIRA LAMENTA MORTE DOS JORNALISTAS TOMÉ ARMANDO E MANUEL DA CONCEIÇÃO

O Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, lamentou, nesta terça-feira, com profunda consternação o falecimento dos jornalistas Tomé Armando, da Rádio Nacional de Angola e de Manuel da Conceição (Televisão Pública de Angola), ocorrido hoje, ambos em Luanda, vítimas de doença.

Em notas de condolências, o ministro destacou que Tomé Armando, nascido em Luanda a 28 de Fevereiro de 1977, ingressou nos quadros da Rádio Luanda em 1997.

Ao longo da sua carreira, desempenhou funções de redactor, locutor, redactor-repórter do Magazine Radiofónico “Kiandando” e Chefe de Produção da Rádio Luanda.

De acordo com Mário Oliveira, destacou-se pelo elevado profissionalismo, dedicação e sentido de missão, tendo contribuído de forma significativa para a afirmação e relevância social da emissora.

Por sua vez, sublinhou que Manuel da Conceição, conhecido profissionalmente como Manuel da Conceição, nasceu em Benguela a 22 de Fevereiro de 1959 e foi admitido na TPA em Julho de 1990, iniciando a sua trajectória no programa “A Capital”. Ao longo de uma carreira marcante, integrou equipas de referência como o Telejornal e o Jornal da Noite, desempenhando igualmente as funções de Chefe de Conteúdos da TPA Luanda.

“O seu percurso foi determinante para a organização, afirmação e relevância da Televisão Pública de Angola, tendo sido recentemente condecorado pelo Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, na categoria Paz e Desenvolvimento, no âmbito das celebrações dos 50 anos da Independência Nacional”, escreveu.

Na qualidade de repórter, Manuel da Conceição acompanhou e relatou alguns dos mais importantes acontecimentos da história recente de Angola, entre os quais a assinatura dos Acordos de Bicesse, as primeiras eleições gerais multipartidárias, os Acordos de Lusaka e diversos outros eventos de elevado interesse nacional.

Com a partida destes dois profissionais, a Comunicação Social angolana perde referências de competência, dedicação, ética e compromisso com o serviço público de informação, cujos legados permanecerão como exemplo para as actuais e futuras gerações de jornalistas.

“Neste momento de profunda dor e luto, em seu nome e dos funcionários do Departamento Ministerial que dirige, Mário Augusto Oliveira apresenta à Rádio Nacional de Angola, em particular à Rádio Luanda, à Televisão Pública de Angola, aos colegas de profissão, amigos e familiares de Tomé Carvalho Armando e Manuel da Conceição, bem como a toda a classe jornalística angolana, as mais sentidas condolências e votos de conforto perante esta irreparável perda”, lê-se na missiva.

تشاندينهو